Este blog é um relato da preparação e da viagem que faremos para completar nossos roteiros pelas culturas pré colombianas: Incas, Maias e Astecas.
Fizemos, em momentos diferentes, um passeio pelo mundo Inca. Agora é hora de conhecer os Astecas e Maias.
Esperamos obter dicas para nossa viagem ao México e América Central. Também postaremos fatos e fotos da viagem. Venha com a gente.
No dia 23/07, cheguei a Cidade do México a noite. Meu primeiro estranhamento foi com a temperatura. Estava bem mais frio que esperava. Me dirigi ao hotel. Bom, perto do centro histórico. Durante o trajeto pude perceber como o transito eh caótico, com lavadores de parabrisas e flanelinhas. Porém tem uma grande vantagem em relação a nos: poucas motos. A cidade eh enorme. A região metropolitana só perde para Xangai e Nova York, se nao me engano. As pessoas sao bem simpáticas e procuram ajudar Neste dia nao teve foto. O próximo post terá. Tchan, Tchan, Tchan, Tchan ....
Aos meus seguidores (todos os 3 ou 4),
Estivemos fora do ar alguns dias por problemas técnicos. Ou seja, incapacidade técnica desde blogueiro de primeira viagem em dominar todas as ferramentas de tablets e apps. Inclusive deletei de bobeira o primeiro post no México.
A partir de agora, sempre que tiver tempo (esta' difícil) postarei alguma nota com foto.
Hoje começa minha odisséia. Embarco para Nova York à noite. Fico até dia 23/07, quando parto para a Cidade do México. Mesmo em NY pretendo continuar postando o quê faremos no México e América Central.
Iremos basicamente a três lugares: Peten, onde visitaremos as ruinas Maias. As terras baixas da região de Péten foram o coração da florescente civilização Maia. Lago Atitlan, natureza pura.
Antigua, patrimonio historico mundial. Considerada a mais bem preservada cidade colonial na América Latina, Antigua é uma pitoresca e simpática vila na região central das terras altas da Guatemala. Famosa por sua arquitetura espanhola do século 16 e ruas de pé-de-moleque, a cidade repousa debaixo dos vulcões.
Além de tudo isto, este país me desperta uma grande simpatia, devido ao escritor guatemalteco Augusto Monterrosso, que escreveu o menor conto do mundo.
Segue o mesmo na íntegra:
"Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá"
Haja capacidade de síntese!
QUANDO ACORDOU, O DINOSSAURO AINDA ESTAVA LÁ. “Cuando despertó, el dinosaurio todavía estaba allí.” (texto original)
“O dinossauro” de Augusto Monterroso é um dos textos mais estudados, citados, resenhados e parodiados na história da palavra escrita, apesar de ter uma extensão de exatamente sete palavras.
“O dinossauro” mereceu ser incluído em ao menos uma dúzia de antologias publicadas na Argentina, Chile, Espanha, Itália e México e, também, foi traduzido para vários idiomas. Este texto suscitou uma grande diversidade de aproximações durante os anos recentes, seja como motivo literário, seja como motivo de estudo, e inclusive como motivo de reflexão política. Neste último sentido, a imagem do dinossauro foi identificada no México com esse personagem indiferente e calculador que todos conhecemos na vida cotidiana, que vive do tráfico de influência e que é uma herança da cultura política mais antiga e primitiva.
Como motivo literário, “O dinossauro” foi objeto de variações e ensaios nos quais o texto é tomado como referência inicial para a criação de diversos jogos. Estas variações incluem versões poéticas, continuações do texto, metacontos e outras variantes a partir do tema proposto por Monterroso, assim como argumentações para reconhecer textos ainda mais breves, para adaptar o texto à ópera ou para reconhecer seu caráter de extrema elipsis. Como motivo de estudo, este texto foi analisado para estudar sua dimensão artística.
Mas, qual é, em síntese, a razão pela qual este texto tem tal persistência na memória coletiva? Depois de ler os trabalhos dedicados a seu estudo, poderíamos assinalar ao menos dez elementos literários:
1–A eleição de um tempo gramatical impecável (que cria uma forte tensão narrativa) e a natureza temporal de quase todo o texto (quatro de sete palavras);
2–Uma equilibrada estrutura sintática (alternando três advérbios e dois verbos);
3–O valor metafórico, subtextual, alegórico, de uma espécie real, porém extinta (os dinossauros) e a força evocativa do sonho (elidido);
4–A ambiguidade semântica (Quem acordou? Onde é lá);
5–A referência simultânea ao gênero fantástico (um dos mais imaginativos), ao gênero de terror (um dos mais antigos) e ao gênero policial (à maneira de uma adivinhança);
6–A possibilidade de partir deste minitexto para a elaboração de um conto de extensão convencional (ao início ou ao final);
7–A presença de uma cadência quase poética (contém um hendecassílabo, ao menos no original em castelhano), uma estrutura gramatical maleável (ante qualquer aforismo);
8–A possibilidade de ser lido indistintamente como miniconto (convencional e fechado) ou como microrrelato (moderno ou pós-moderno, com mais de uma interpretação possível);
9–A condensação de vários elementos cinematográficos (elipsis, sonho, terror) e,
10–A riqueza de suas ressonâncias alegóricas (kafkianas, apocalípticas ou políticas).
Estas razões mostram que os leitores têm ainda mais a possibilidade de realizar múltiplas leituras de “O dinossauro” e continuar tomando-o como literário e como motivo de estudo, pois esse é o privilégio e nisso consiste a prazerosa responsabilidade da leitura literária.
N. B: Traduzido e adaptado por Helton Cenci do original em castelhano de Lauro Zavala (Professor Investigador Titular da Universidade Autônoma Metropolitana do México).
Claro que Cuba não vai acabar.
Acho que vai acabar, em poucos anos, da forma que existe hoje, graças a gradual abertura econômica, a abertura política ainda é imprevisível, ainda que com o fim iminente dos irmão Castros, Fidel e Raul. Certamente não haverá velhos Cadilacs americanos da década de 50 rodando nas ruas decadentes de Havana.
As maiores personalidades de Cuba ainda são Fidel Castro e Che Guevara, embora este seja um hermano argentino.
Infelizmente o Buena Vista Social Club original também vai acabar. A maior estrela do grupo, Compay Segundo faleceu em 2003. Os outros tradicionais componentes já estão bastante velhos também.
No vídeo abaixo, aproveitem Compay Segundo:
[
No vídeo abaixo, curtam a música e as fotografias:
Continuemos com a música. E quem não se lembra de Guantanamera, clássico da música mundial?. Observação contemporânea: guantanamera é a mulher que nasce em Guantânamo. Lá mesmo. Onde os americanos mantém uma base e um presídio para terroristas, principalmente da Al Qaeda. Voltemos às coisas agradáveis.
No vídeo abaixo, a versão original de Guantanamera, que foi gravada milhares de vezes por músicos de todos os cantos do mundo, inclusive do Brasil. As mensagens políticas inseridas, necessariamente não são idênticas as do autor deste post.
E vamos aos ritmos cubanos!!! Cuba possui vários ritmos herdados de seus colonizadores como: salsa, merengue, rumba e principalmente o mambo.
E
não podemos esquecer Celia Cruz e o maestro e compositor Ernesto Lecuona, este inclusive foi tema do internacional grupo de danca mineiro O Corpo, com um de seus maiores espetáculos, Lecuona, que assisti em 2004. Não deixe de ver o video abaixo:
Querem mais? Não tenham duvidas que tem muito mais. Mas Cuba tambem tem charutos, enrolados nas coxas das morenas cubanas, enquanto alguem lhes le um livro como o Conde de Monte Cristo, e que acaba dando nome a uma das marcas mais famosas dos puritos habanos, Monte Cristo.
Falemos de cinema. Um dos meus atores preferidos, sem viadagem, e' Andy Garcia, cubano de Havana.
Tãoelegante quanto Compay Segundo no uso do chapeu:
Um dos seus melhores trabalhos e' Os intocaveis, com uma cena memoravel, talvez umas das melhores da historia do cinema, quando salva um bebe na escada durante um tiroteio. Veja video abaixo:
Literatura cubana nao conheco nada. Ha anos espero ler Trilogia suja de Havana, de Pedro Juan Gutierrez, e ainda nao consegui. Vejam resenha abaixo:
Trilogia Suja de Havana - Pedro Juan Gutiérrez out 28th, 2008 | Por Thiago Corrêa | Seção: Críticas Trilogia Suja de Havana é o típico livro que só deveria ser vendido em sebo. Vendê-lo numa mega-store de shopping center é tão descabido como vender champanhe no carnaval de Olinda. Isso porque o livro é sujo, violento, repulsivo e deprimente. É poético. Pedro Juan Gutiérrez sabe como despertar aversão numa pessoa. Segue o mesmo estilo de John Fante e Charles Bukowski, mas com um peso de rabugice tremendamente maior. Não tem o aspecto de aventura junkie de Fante ou Bukowski, é muito pior, é verdadeiro, fede a mijo. Fante e Bukowski parecem light, higiênicos, sexo com camisinha perto de Pedro Juan. A diferença talvez venha do ambiente: uma realidade brutal e repugnante bem parecida com a apresentada por Paulo Lins em Cidade de Deus e Rubem Fonseca no conto Feliz Ano Novo. É a mistura do estilo dos junkies americanos com a miséria social da América Latina. Vivendo na Cuba dos anos 90, durante o boicote econômico imposto pelos Estados Unidos, Pedro Juan descreve a miséria, a fome e a falência do sistema público do país através do seu pequeno universo. É a partir do seu dia-a-dia e dos acontecimentos que o cercam, que ele aproveita para tecer comentários, denunciando de maneira indireta toda a degradação humana da população cubana. Escrito em forma de contos, segue uma seqüência não-linear, mas que se completam, mantendo uma certa ordem, construindo uma visão ampla e particular de Cuba. Os personagens aparecem, depois somem, mas isso não se torna um problema, Pedro Juan conta sua história em episódios, de maneira simples e com frases impactantes merecedoras de grifo. Em meio a tudo isso, Pedro Juan ainda consegue demonstrar sua sensibilidade. Escrito num período de reavaliação, ele expõe todos os conflitos e angústias, crises e desilusões de alguém que chegou aos quarenta anos e decidiu mudar de vida. Estraçalhado por amores do passado, ele vai aprendendo a conviver com a solidão, se endurecendo, tentando sobreviver sem luxo, à base de sexo, rum e maconha.
Thiago Corrêa lido em Dez./Jan. de 2005 escrito em 25.01.2005
: : TRECHO : : “Eu estava relaxado. Com muito sexo, e muito tranqüilo de espírito. Nada atormentado. Bom, tormentos sempre há. Mas agora consegui afastá-los um pouco. Deixei-os a uma certa distância no futuro. É uma boa maneira de torná-los indistintos e não escutá-los. Eu tinha uma mulher em casa. Havia recuperado alguns quilos. E vivia. Sem nada para fazer. Sobreviver, creio que se chama isso. Deixar-se deslizar e não esperar nada mais. Muito fácil.” (p. 128)
: : FICHA TÉCNICA : : Trilogia Suja de Havana Pedro Juan Gutiérrez Trad. José Rubens Siqueira Companhia das Letras, 1a. edição 358 páginas
Manguaça
Rum. Cuba faz um dos runs (muito estranho este plural) mais famosos do planeta, e deu origem ao famoso drink Cuba Libre, rum claro com coca-cola ou pepsi.
Ingredientes: 1 dose de rum
1 copo de refrigerante sabor cola
1/2 unidade de limão em rodelas
2 pedras de gelo Modo de preparo Misture tudo em um copo de Long Drink, sem bater.
Rivalidade no vôlei feminino: Brasil e Cuba
Este jogo e um clássico. Ninguem quer perder. Perdemos.
Existe uma expressão que está em moda: "Pensar fora da caixa", ou seja, sair do óbvio. Muitas pessoas me perguntam incrédulas: o quê você vai fazer no México, em Cuba, na Guatemala? Como você vai gastar dinheiro e não vai para os Estados Unidos ou Europa? Poderia ter muitas respostas bacanas, do tipo, "eu gosto da diversidade", "menos do mesmo", "buscar o genuíno", "não quero ser mais um me too", blá, blá, blá. Mas na realidade, eu não sei exatamente, talvez um mistura de muitas coisas. Só sei que gosto de tudo isto.
Ok.
E vamos ao México. O quê o México tem? O México tem sítios arqueológicos, Astecas e Maias, praias, Acapulco e Cancun, cidades coloniais, várias, gastronomia, com muita pimenta, tequila e cerveja Corona, não necessariamente nesta ordem. Vale a pena se perder nos sites de viagens e turismo para conhecer mais deste incrível país.
O México também tem:
Dia dos Mortos
No México, o Dia dos Mortos é uma celebração de origem indígena, que honra os defuntos no dia 2 de novembro. Começa no dia 31 de outubro e coincide com as tradições católicas do Dia dos Fiéis Defuntos e o Dia de Todos os Santos. Além do México, também é celebrada em outros países da América Central e em algumas regiões dos Estados Unidos, onde a população mexicana é grande. A UNESCO declarou-a como Patrimônio da Humanidade. As origens da celebração no México são anteriores à chegada dos espanhóis. Há relatos que os astecas, maias, purépechas, náuatles e totonacas praticavam este culto. Os rituais que celebram a vida dos ancestrais se realizavam nestas civilizações pelo menos há três mil anos. Na era pré-hispânica era comum a prática de conservar os crânios como troféus, e mostrá-los durante os rituais que celebravam a morte e o renascimento. O festival que se tornou o Dia dos Mortos era comemorado no nono mês do calendário solar asteca, por volta do início de agosto, e era celebrado por um mês completo. As festividades eram presididas pela deusa Mictecacíhuatl, conhecida como a "Dama da Morte" (do espanhol: Dama de la Muerte) - atualmente relacionada à La Catrina, personagem de José Guadalupe Posada (foto abaixo) - e esposa de Mictlantecuhtli, senhor do reino dos mortos. As festividades eram dedicadas às crianças e aos parentes falecidos. É uma das festas mexicanas mais animadas, pois, segundo dizem, os mortos vêm visitar seus parentes. Ela é festejada com comida, bolos, festa, música e doces preferidos dos mortos, os preferidos das crianças são as caveirinhas de açúcar.
Fonte: Wikipedia
Narcotráfico Tivemos que mudar alguns detalhes devido a este fato. Tal como, alugar outro tipo de carro que não seja uma SUV, pois são muito visadas pela turma.
Vamos pular esta parte.
Pedro Páramo, de Ruan Rulfo Considerado por muitos a fundação do realismo fantástico, linha dos meus escritores favoritos, Gabriel Garcia Marquez e Mario Vargas Llosa, Pedro Páramo, estava na minha lista de leitura há muitos anos, porém não encontrei nenhuma edição disponível no mercado.
Encontrei, apenas em 2009, uma edição de bolso, que li no mesmo ano, com muita avidez. Preciso ler novamente.
Pedro Páramo é o único romance do escritor mexicano Juan Rulfo, publicado em 1955. É o segundo livro de Rulfo, seguindo-se a El llano en llamas. A obra é considerada um dos melhores e mais influentes romances da literatura hispano-americana, tendo recebido elogios de escritores como Jorge Luís Borges, Gabriel García Márquez, Carlos Fuentes, Octavio Paz, Günter Grass e Susan Sontag. Apesar dos críticos terem reconhecido prontamente as qualidades do livro, que recebeu o Prêmio Xavier Villaurrutia daquele ano, a recepção do público foi fraca: dos 2000 exemplares da primeira edição, apenas 1000 foram vendidos. A trama se passa na cidade de Comala, no estado de Colina. A época não é explicitada precisamente, mas há indicações de ser contemporânea à Revolução Mexicana e à Guerra Cristera. Alguns membros da família de Rulfo fora vítimas da violência revolucionária cujo epicentro foi seu estado natal de Jalisco, e assim seus escritos frequentemente remetem a ela. A história é narrada em uma mistura de primeira e terceira pessoas, com alternância dos personagens na voz da primeira pessoa. Não há capítulos, e sim uma infinidade de fragmentos, que não seguem uma sequência temporal. O caráter de Pedro Páramo é deslindado pouco a pouco pelo autor por meio desses discursos múltiplos, fragmentados, desordenados e muitas vezes contraditórios. A linguagem é direta e enxuta, e abundam os regionalismos nas falas dos personagens. Pode ser considerado tanto um romance regionalista quanto um pertencente ao gênero do Realismo mágico, pois o texto, que começa no primeiro estilo, vai paulatinamente transformando-se no segundo, à medida que a verdade se desvela a respeito de Pedro Páramo e da cidade de Comala. A estrutura intrincada e inovadora é provavelmente a responsável pela resposta inicial negativa dos leitores, mas assegurou o perene renome e a influência da obra sobre os escritores latino-americanos.
Enredo
Aviso: Este artigo contém revelações sobre o enredo.
Juan Preciado, após a morte da mãe, volta à cidade de Comala para procurar o pai, Pedro Páramo. Logo que chega, fica sabendo que este já havia morrido há anos. Em Comala entra em contato com diversos moradores, todos, de alguma forma, ligados ao falecido pai, proprietário da fazenda Meia Lua, a maior da região. Muitos, inclusive, filhos naturais dele.
Aos poucos, pequenas contradições e absurdos vão-se sucedeendo: ouvem-se fantasmas, borram-se os limites entre real e sobrenatural, sono e vigília, passado e presente, até que se entende que todos, inclusive os diversos narradores, que se alternam, estão mortos. Apesar de não estarem conscientes de seu próprio estado, os habitantes do lugar percebem que os demais estão mortos. Estão condenados a vagar eternamente devido ao fato de terem cometido pecados (suicídio, incesto, assassinato, etc.) que não foram absolvidos pelo padre na hora da morte. Uma exceção é Toríbio Alderete, assassinado por Pedro Páramo e deixado insepulto justamente para que sua alma não tivesse descanso.
A narrativa vai também desvendando o caráter de Pedro Páramo, "erva daninha" que passa, principalmente por meio da violência, de criança miserável à pessoa mais poderosa de Comala. Após herdar a propriedadade arruinada do pai, Lucas Páramo, casa-se com Dolores Preciado com o objetivo de apoderar-se da herança desta e cancelar suas dívidas com a família Preciado. Após alguns anos, manda-a viajar para visitar a irmã e nunca mais a manda buscar.
Já idoso, desposa Susana San Juan, amor de infância que havia deixado a cidade ao casar-se e, agora, viúva e louca, a ela retorna. Quando Susanaa morre, os habitantes de Comala, ao ouvir os sinos, pensam tratar-se de alguma festa e entregam-se à comemoração, o que lhes vale a ira de Pedro Páramo. Este decide cruzar os braços e deixar a cidade "morrer de fome". Encerra-se na fazenda e, a partir daí, a cidade vai definhando.
O verdadeiro personagem do livro é a própria Comala, lugar de mortos-vivos; ou o purgatório, sugere-se mais à frente. Ao mesmo tempo que Pedro Páramo é odiado por todos, torna-se indispensável para a sobrevivência da comunidade. Comala adquire gradativamente as características de Pedro Páramo e, quando este morre, Comala morre com ele.
Fonte: Wikipedia
Mariachis
Mariachi é um termo da origem incerta que se aplica geralmente aos grupos artísticos, aos músicos individuais, à música e ao estilo. Com raízes no Estado de Jalisco, na parte ocidental do México, possivelmente de início em uma vila agrícola com o nome de Cocula, e floresceu entre os peões - lavradores e nativos - como um formulário da música popular, conjugando os ritmos e as harmonias provenientes da Europa, os americanos nativos e da África negra. Com o passar dos anos os grupos de mariachi viajaram a pé, de mula, a cavalo ou de trem através de México como menestréis. Sem nenhuma instrução formal na música e sem nenhuma compreensão de notas escritas, os músicos misturaram, pela percepção auditiva, o lirismo da harpa, a doçura do violino, e a profundidade da guitarra numa escala de melodias, alguns delas com complexidade labiríntica. Frequentavam os cantos das praças e nos cafés centrais das cidades e das vilas, executando canções a pedido de transeuntes e visitantes, apresentando-se também nas fazendas de rancheiros ricos e apresentando-se por modestos pagamentos em festivais de feriados, em festas da vila, em celebrações patrióticas, em partidos da casa, em batismos, em casamentos, em funerais, em missas e em velórios (onde executam frequentemente as canções favoritas de mariachi dos falecidos). Costumam ainda apresentar-se para com trupes regionais da dança do México. Costumam também fazer serenatas para jovens bonitas a pedido de seus namorados e pretendentes.
Fonte: Wikipedia
E quem não se lembra do clássico trash "El Mariachi", de Robert Rodriguez, depois refilmado com Antonio Banderas e Salma Hayeck.
Atendendo a milhões de pedidos, de uma pessoa só, minha filha, estou fazendo a última postagem do final de semana.
Este é o nosso primeiro roteiro final. Sujeito à mudanças e trovoadas.
Esperamos não errar muito no planejamento.
Obs: Para chegar à Nicarágua passaremos por El Salvador e Honduras.